meu senhor. tantas coisas passam na minha cabeça.
que gostaria de ter a capacidade e ser verdadeira e esplainar tudo. tudo.tudo... toda as coisas e todas as redes que as levam.
pois é como gota d'água. que quando cai reverbera e reverbera, em outras questões, outros pensamentos, em outros olhares a mesma coisa. numa teia. numa trama.
queria colocar a limpo, queria colocar a plaino.
o que leva à e onde chega....
pois tudo não está sendo algo pequeno e repetitivo...
mas sim longe e abrangente..... faz b em a cabeça as vezes ver que pode ir tão longe....
mas não só a cabeça, gars.
alguém tem que comer aqui nessa casa...
aaaa então começando, por um começe meio inventado, começo a dizer que "viver na cabeça num dá é preciso do corpo" e por essa máxima que quando começo a observar onde o futuro pode me levar.... sinto receio de acabar sendo uma cabeça andante, ou sem vida em mim, ou me perder e viver só para o poder e em função dele, acabar sendo engolida por essa ânsia toda, que quando você está no meio nem percebe como ela te destrói [até sente o desejo ardente que ela traz]. Mas, eu não quero isso, não quero. Eu quero acreditar que vou conseguir curtir o tempo... ter tempo para fazer as coisas, ou ter um tempo razoável para decidir que naquele momento vou me permitir a não fazer nada - estar na cama curtindo quem se ama horas pelo toque> e definitivamente não me vejo fazendo isso se começar a correr atrás das coisas, me vejo correndo, correndo, correndo e no final para que serviu tudo isso se o prazer das coisas se foi perdido?... literalmente me vejo fri-gi-da! sem saber do meu corpo, sem saber dos toques, sem saber do prazer..... me vejo uma pessoa com um belo de um anel de ouro e ametista no dedo regalado por si propria, mas a que serve este prazer de ter um anel by yourself?.......
mas ao mesmo tempo eu quero - ops antes de entrar neste porém quero só sublinhar que: acho e concordo que correr e batalhar pela vida é algo vital, sem ele não chegamos... mas só gostaria de colocar a questão: qual é o limite?- voltando em paragrafo....
Mas ao mesmo tempo eu quero me permitir de me possibilitar as coisas -porque não sejamos hipócritas, pois o mundo [salve grupos divergentes (não quero entrar na questão de evoluidos ou não)] é feito, comprado e mesurado e dirigido pelo dinheiro, capital e poder de ação (o próprio nome diz... "poder de ação", sem: você não age [agora imagina uma pessoa viciada em ação e sem querer pensar de ter que fazer por troca de algo, cair em si disso.]) e sem "o amado e odiado" é difícil sobreviver e conseguir ir pra frente, mas se sobrevive- mas quase que não em são paulo (ou em verdade em qualquer lugar do mundo. sauf petit groupe)... não adianta dizer nos trabalhos sociais ou trabalhos voluntários ou iniciativas, pois são movimentos paleativos... vamos ser sinceros.
como conseguir ir longe, então? se deixar se engolir pelo tráfico de comboio? esquecer que existe um corpo por trás de toda a desvairação da mente a se vender por algo? se vender? o status de poder de ação vale mais que o simples querer agir?
realmente do fundo do meu coração, eu realmente gostaria que estivesse aberto a discussão e que me aparecessem propostas e soluções, pois realmente por mais que seja duro querer: não gostaria que isso seja mais que a pura verdade.
i hope so!
tbm não é só isso que passa na minha cabeça, "pero" é o mais urgente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário