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29.8.14

constatação

por muito tempo esperei uma mensagem tua...

por muito tempo uma ou qualquer palavra...
não sei se ainda espero
não sei se ainda tenho esperança de pelo menos uma palavra (ou explicação)

amor? algo?
definitivamente não tenho mais algum sonho/esperança/vontade

acho que é só isso ~palavra~ que espero...

(algo que foi vivido do saborear tantas palavras... se esvaiu reticente, em aberto/suspenso sem uma palavra final..)

até quando a esperança vai esperar?

→ ... talvez esse seja um espaço para te dizer isso, dizer a verdade que acuada sentia, acuada sem coragem talvez nunca te falei: te amei.
(em cada fibra do meu ser.. e em cada fibra senti por ti)
eu te amei.

no fundo tive vários sonhos (esperança e desejos) mas não esperava muita coisa...
queria sim que realizasse. como fosse.
você em mim, e uma explosão de amor
de todo o amor que pulsava

foi como foi
palavra por palavra
mensagem por mensagem
esperança por esperança

já esta escrito, redigido e a vida continuou..
mas confesso no meu peito ainda falta a palavra final, o ponto final
(o olhar final, o abraço final, o beijo final, o fim do fim do fim)

num sei.. tenho essa coisa de gostar de cerimonialidade
(num deixar nada ~sem fim~ )

fim.

30.1.12

cansei de belas imagens u.u



se neste momento pudesse traduzir este momento de vida em uma imagem, escolho essa.... :'/ por todo o fuckhability envolvido e de todas as entrelinhas deste momento

OLHA, vou escrevendo de pouca a pouco, pq nem eu acho q tô entendendo e por consequência fico pensando, refletindo, filosofando, pensando, pen-san-doo , batendo a cabeça na parede
e já tinha chegado a conclusão sabia q este não é o Sr Caminho a se seguir
mas fazer oq..... "cabeça vazia é oficina do diabo" -.-




e esta imagem é pq vi uma imagem q me deixou completamente desiludida com a vida e com o andamento de minha vida por consequência ........ e :'(
pas bon

é isso

AOS POUCOS

25.1.11

misérias convivências

é hipocrisia minha pontuar as falhas dos outros, MAS..... que seja hipocrisia!

faz algum tempo atrás, me dei conta de um padrão de fugir.. fugir.. fugir sem rumo e em círculos voltando para o mesmo lugar daquilo que fugia sem saber do que estava fugindo. E correndo para o nada, para lugar algum, apenas longe de tudo... mas onde nunca chegava.

Me intrigava e indignava o fato d'eu fugir sem saber do que estava fugindo, e com tal violência e desespero.

Passa tempo. Passa "boiada". Passa vivências.

Me encontro: me iludi. Na verdade não me iludi, mas dei importância neste emaranhado de questões para coisas que me aflige. Mas essas aflições, em voltas na minha cabeça, são só um subterfúgio para o real questão que me atravanca a vida, que me criou e me fez chegar até aqui [e quase não conseguir chegar, de tantos trancos e barrancos e "malheures du quotidien"].

Essa questão -penso eu- talvez seja do que fujo. [será?]

Mas bem, me encontro estagnada, sem saber onde ir.... parei de correr em círculos, estou arredia no canto e as vezes me estatelo nas paredes, talvez seja um passo além o só um momento. Vou ficar e esperar (como a paciência me foi dada).

Bem, digo que não é fácil estar em um ponto sem saber nada, não ver um sentido nas coisas que se faz ou tenta buscar a fazer.
Ter sentido nas coisas que se faz é um ponto "no mínimo".... [quem disse que tinha que ter?.. me vem as vezes essa pergunta]

Admito profundamente: sou esse amontoado de choros chorados, choros que não se choram, vidas interferindo, impondo.. apertando a correia quando tinha que soltar, soltando quando tinha que arriar. E eu sem saber, sem conseguir distinguir o que sou eu nesse emaranhado todo.

mas a uma parcela de hipocrisia, pois eu sou o que sou hoje por minha total responsabilidade, por mais que eu identifique cada pingo no i, quem tem a responsabilidade no que se foi escrito, mesmo pela minha fase criança na qual não me responsabilizam no que aconteceu [muita coisa], sei que tem responsabilidade. [não quero viver na ignorância]

resolução: Calma a esperar o que seguir.